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Porque o cinema também é feito de palavras e opiniões

Um Novo Fôlego

07 de março de 2014

9 /10

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Crítica por Miguel Ramos


 

Desconhecia até aqui o trabalho de Drake Doremus (realização), mas se os restantes filmes do realizador tiverem esta assinatura, então sou certamente fã. O trabalho apresentado em Um Novo Fôlego é deveras cuidado, muito pormenorizado e quase roça o brilhantismo. A história por si, contada numa breve sinopse custa a convencer, mas o filme termina sem dúvidas em relação à qualidade do filme.

 

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Um Quente Agosto

05 de março de 2014

8 /10

1 resposta

Crítica por Miguel Ramos


 

Um Quente Agosto entra em cena com argumento vencedor: o argumento homónimo de Tracy Letts valeu-lhe um prémio Pulitzer, na peça de teatro que serviu de base ao trabalho adaptado pelo produtor John Wells (Serviço de Urgência). Por sua vez, as duas nomeações para os Óscares 2014 para Meryl Streep (Melhor Actriz, como Violet Weston) e Julia Roberts (Melhor Actriz Secundária, como Barbara Weston), parecem ter saído ao lado. De facto, o filme assenta substancialmente nestas três personagens: A criatividade de Tracy Letts e os brilhantismos de Meryl Streep e Julia Roberts.

 

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Horas

02 de janeiro de 2014

4 /10

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Crítica por Miguel Ramos


 

«Horas» é um dos últimos filmes com a participação do actor Paul Walker (no filme dá corpo à personagem Nolan Hayes), a estrear em Portugal. Infelizmente, este filme não faz jus à carreira cinematográfico de Paul Walker. Durante horas, Nolan Hayes empenha-se para salvar a sua filha prematura durante a tempestade Katrina que se abateu sobre Nova Orleães (2005). Sozinho no hospital onde a sua mulher (Abigail Hayes por Genesis Rodriguez) morreu a dar a luz, Nolan tem poucos minutos para se afastar da incubadora que mantém a sua filha viva e procurar pelo auxilio que parece teimar em não chegar.

 

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O Hobbit: A Desolação de Smaug

27 de dezembro de 2013

9 /10

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Crítica por Miguel Ramos


 

O segundo filme da trilogia «O Hobbit», entretém um pouco mais que o primeiro. As duas horas e meia passam um pouco mais depressa que no primeiro filme da sequela (O Hobbit: Uma Viagem Inesperada) (ler crítica), mas ainda assim, Peter Jackson continua a esticar a corda. Quem leu o livro de J.R.R. Tolkien e o adorou como eu, não pode deixar de sentir algum distanciamento entre as duas histórias: o livro e a tela de cinema. Tolkien escreveu uma história animada e suave, que pode ser lida por qualquer público, numa linha muito directa, portanto muito diferente da trilogia (também de sua autoria) «O Senhor dos Anéis». Aquilo que Peter Jackson fez foi simplesmente uma prequela da trilogia do anel já contada e que fez furor. O pequeno Bilbo (Martin Freeman) e o grupo de anões não são o centro da história, mas partilham o enredo com o imaginário de Peter Jackson que desfoca o centro da acção para histórias paralelas, criadas de novo para este filme... mas também, quem não gosta de revisitar o trapalhão Radagast (Sylvester McCoy)?

 

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Um Novo Final

30 de novembro de 2013

8 /10

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Crítica por Miguel Ramos


 

Apaixonante, a romântica a professora de inglês Linda (Julianne Moore), envolve-se numa aventura com Jason (Michael Angarano), um ex-aluno frustrado com o arranque da sua carreira como guionista. Na estreia cinematográfica do realizador Craig Zisk, Julianne Moore desempenha o papel de uma professora solteira e pacata, mas tão apaixonada pela literatura que consegue ser cativante e divertida nas aulas. Ao cruzar-se com Jason e com o seu fiasco em Nova Iorque, no seu primeiro guião de teatro («The Chrysalis»), Linda arregaça as mangas e convence o excêntrico e fracassado professor de representação da sua escola (Carl por Nathan Lane) a produzir e apresentar a peça. Entre sucessivos imprevistos, constrói-se uma história divertida entre os erros de Linda, a juventude de Jason e a cobardia de Carl... aconteça o que acontecer, the show must go on...

 

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O Verão da Minha Vida

16 de novembro de 2013

7 /10

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Crítica por Miguel Ramos


 

No Verão da sua vida, Duncan (Liam James) enfrenta as crises que são típicas da sua idade. Duncan está praticamente sozinho num sítio onde não conhece nada nem ninguém e onde parece que todos têm alguma crítica a fazer-lhe... Pelo menos até aparecer Owen (Sam Rockwell), o dono de um parque aquático que consegue levantar a auto-estima do rapaz de 14 anos. Enquanto Duncan reaprende a divertir-se, a sua mãe, Pam (Toni Collette), entra numa espiral recessiva de medos e desconfiança em relação ao seu novo namorado: Trent (Steve Carel).

 

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Kon-Tiki: A Viagem Impossível

12 de setembro de 2013

8 /10

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Crítica por Miguel Ramos


 

Que Thor (Heyerdahl por Pål Sverre Hagen) é uma pessoa que faz o que quer e não o que lhe dizem, ficamos a saber logo quando a personagem nos é apresentada. No fundo branco, a criança aproxima-se segura de si mesma, seguida pelos seus amigos. Pomposo, egocêntrico e esquisito, tal como é classificado no filme pelas personagens que o acompanham. Quando cresce, Thor fascina-se pelas ilhas Tuamotu, na Polinésia e vendo as suas teorias sobre a colonização da ilha embatem com todo o conhecimento que tem vindo a ser construído sobre esse tema, Thor tem apenas uma opção: provar a sua tese. Rodeado de um pequena tripulação, Thor enche cerca de 60 minutos de filme (101 dias) em alto mar no Oceano Pacífico, numa jangada pequena e rudimentar, que navega ao sabor do vento e das marés. Só o fascino de Thor pelo Deus Tiki, que terá sido o pioneiro nesta aventura, mantém a fé necessária para que a jangada vá rumando a um porto que parece muito longínquo. Quão longe vamos e quanto perdemos para provar uma teoria?

 

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O Império do Amor

12 de setembro de 2013

7 /10

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Crítica por Miguel Ramos


 

Londres, anos 50. Ao anoitecer as ruas enchem-se das pessoas que procuram os teatros onde possam desfrutar de um bom espetáculo. De coração frio, mas com uma personalidade bem marcada e um carisma incomum, Paul Raymond (Steve Coogan) não tem piedade em afastar as pedras que vão entrando no seu sapato e abre o primeiro clube exclusivo de strip, o famoso Raymond Revue Bar. Explorando um nicho que começa só agora a ser descoberto, e enfrentando diversas batalhas legais, Paul Raymond prossegue sucessivamente a sua carreira no mundo do sexo e constrói um império como ainda não tinha sido visto, tornando-se um dos homens mais ricos do mundo do seu tempo. Separado da ex-mulher, Paul Raymond e a filha Debbie Raymond (Imogen Poots) entram num mundo extravagante, repleto de drogas e de auto destruição, que culmina na morte de Debbie em 1992 vítima de uma overdose.

 

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1. Um Novo Fôlego (Miguel Ramos)


2. Horas (Miguel Ramos)


3. O Hobbit: A Desolação de Smaug (Miguel Ramos)


4. O Hobbit: Uma Viagem Inesperada (Miguel Ramos)


5. Mestres da Ilusão (Miguel Ramos)


6. Kon-Tiki: A Viagem Impossível (Miguel Ramos)


7. A Idade do Gelo 4: Deriva Continental (Miguel Ramos)


8. Um Novo Final (Miguel Ramos)


9. Um Quente Agosto (Miguel Ramos)


10. O Verão da Minha Vida (Miguel Ramos)


De acordo com os acessos únicos às críticas no último mês.

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